Por que devemos tratar o retorno da Nokia ao mercado eletrônico com entusiasmo?

Uma das maiores inovadoras e bem-sucedidas empresas do mundo da tecnologia, a Nokia Corporation finalmente saiu de trás dos lençóis da Microsoft, na qual chegou a desaparecer, e deverá voltar com tudo ao mercado de smartphones e tablets em breve. Melhor ainda, a companhia finlandesa anunciou que terá toda estrutura do sistema operacional Android para trabalhar em cima de seus gadgets, o que abre um leque de vantagens em relação ao SO Windows, da Microsoft.
Mas por que o anúncio do retorno da Nokia Corporation ao mundo tecnológico deve ser tratada com bastante entusiasmo? Um exemplo disto é o mais recente produto da empresa, o tablet Nokia N1, que deu as caras no MWC 2015 e surpreendeu tanto a crítica especializada quanto o público por trazer uma combinação perfeita de hardware e o SO da Google. Aliás, o tablet da Nokia vendeu mais que o esperado, mostrando que os fãs ainda existem. Será que teremos, finalmente, um concorrente de peso para Samsung e a Apple?
Com um investimento de salgados US$ 500 milhões feito pela HMD Global (nova dona da Nokia em parceria com a subsidiária da Foxconn, FIH Mobile) para os próximos três anos para desenvolvimento dos produtos, a Nokia terá recursos o suficiente para fazer o que sempre fez com maestria: trazer inovação. Foi o que aconteceu no auge da empresa, que aconteceu de 2005 a 2010, quando trouxe o primeiro celular com 16 milhões de cores em vez dos 256 mil cores que a concorrência trazia. Também foi a pioneira em disponibilizar um celular com flash embutido e, na sua série N, iniciada em 2008, a Nokia revolucionou ao trazer MP3 integrado, Wi-Fi, câmeras de 5 megapixels com Flash Xenon, tecnologia rara na época, e capacidades de armazenamento cada vez maiores. Então já sabem: ouviram o nome Nokia nos próximos anos, podem ter certeza que virão novidades.

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Para concorrer com as grandes da atualidade, entretanto, não será fácil. Mesmo a empresa sendo uma velha conhecida do público em geral, a empresa terá de enfrentar diversas inovações próprias de empresas como Samsung, Apple e LG. O legal da Nokia é que a empresa era e sempre será lembrada pela resistência de seus aparelhos e durabilidade da bateria (claro, estamos falando de anos atrás, quando não haviam grandes recursos devoradores de bateria). Em seus próximos produtos, a empresa poderia ressurgir com estas características como carro-chefe, e, quem sabe, desenvolver celulares resistentes por um preço acessível, assim como fazia na série N.

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Estamos super ansiosos pelo retorno da empresa ao mercado de smartphones. Na área dos tablets, o Nokia N1 serviu como um aviso, um “Eu voltarei!”, da Nokia, e que se cuidem a Apple e Samsung!

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